segunda-feira, 22 de outubro de 2018

Por G1Os dois candidatos à Presidência da República no segundo turno das eleições, Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT), abandonaram, alteraram ou desmentiram algumas das ideias de propostas de governo para a economia apresentadas por eles ou por seus representantes desde o início da campanha.
Algumas das visões sobre a economia foram desmentidas, enquanto outras propostas foram descartadas ou alteradas com a reformulação das estratégias de campanha no segundo turno.
Confira abaixo, na ordem em que os candidatos aparecem na última pesquisa eleitoral:

13º salário

O que foi dito: Em setembro, o candidato a vice na chapa de Bolsonaro, general Hamilton Mourão, críticou o 13º salário e o abono de férias durante uma palestra na Câmara de Dirigentes Lojistas de Uruguaiana (RS). Na ocasião, Mourão disse que os dois direitos trabalhistas – que ele classificou de “jabuticabas brasileiras” – são “uma mochila nas costas de todo empresário”, referindo-se a um peso para a iniciativa privada.
O que mudou: No mesmo dia da declaração, Bolsonaro disse em sua página no Twitter que só critica o 13º salário quem desconhece a Constituição. Ele ainda classificou a crítica ao 13º como uma "ofensa" a quem trabalha. O presidente nacional do PSL, Gustavo Bebbiano, afirmou que, se eleito, o presidenciável do partido vai implementar um 13º salário para os beneficiários do programa Bolsa Família. Segundo o dirigente, a proposta estava prevista no plano de governo de Bolsonaro, mas foi foi confirmada definitivamente depois.

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