Em Canaã
dos Carajás, idosa vai ao cemitério rezar pelos esquecidos no Dia de Finados.
Raimunda
Conceição, 80 anos, afirma que todos precisam de preces, tanto os mortos quanto
os vivos, por isso reza até por aqueles que não conhecem.
Com o terço
na mão, de joelhos no chão, vos pedimos, aliviai as tristezas e as dores
que às vezes sentimos. “Clareai o caminho daqueles que vivem perdidos e
olhai por aqueles que o mundo deixou esquecidos”. Baseando-se ou não nesse
trecho da música do “Rei” Roberto Carlos, no Cemitério “Maria Madalena”,
em Canaã dos Carajás a Reportagem do Blog encontrou neste Dia
de Finados uma figura que bem representa a letra da canção.
Provando que
solidariedade existe e se emprega em qualquer circunstância, aos fundos do
cemitério, rezando seu terço aos pés da cruz estava dona Raimunda da
Conceição. Lá estava ela, concentrada debaixo do sol escaldante e próximo
ao fogaréu formado por velas acesas, intercedendo pelos que ali
foram sepultados e que, independentemente do motivo, não
recebem visitas de parentes e amigos no Dia de Finados.
Em Canaã
dos Carajás, idosa vai ao cemitério rezar pelos esquecidos no Dia de Finados. Em Canaã
dos Carajás, idosa vai ao cemitério rezar pelos esquecidos no Dia de Finados.

Raimunda
Conceição, 80 anos, afirma que todos precisam de preces, tanto os mortos quanto
os vivos, por isso reza até por aqueles que não conhecem.
Com o terço
na mão, de joelhos no chão, vos pedimos, aliviai as tristezas e as dores
que às vezes sentimos. “Clareai o caminho daqueles que vivem perdidos e
olhai por aqueles que o mundo deixou esquecidos”. Baseando-se ou não nesse
trecho da música do “Rei” Roberto Carlos, no Cemitério “Maria Madalena”,
em Canaã dos Carajás a Reportagem do Blog encontrou neste Dia
de Finados uma figura que bem representa a letra da canção.
Provando que
solidariedade existe e se emprega em qualquer circunstância, aos fundos do
cemitério, rezando seu terço aos pés da cruz estava dona Raimunda da
Conceição. Lá estava ela, concentrada debaixo do sol escaldante e próximo
ao fogaréu formado por velas acesas, intercedendo pelos que ali
foram sepultados e que, independentemente do motivo, não
recebem visitas de parentes e amigos no Dia de Finados.
Raimunda
Conceição, 80 anos, afirma que todos precisam de preces, tanto os mortos quanto
os vivos, por isso reza até por aqueles que não conhecem.
Com o terço
na mão, de joelhos no chão, vos pedimos, aliviai as tristezas e as dores
que às vezes sentimos. “Clareai o caminho daqueles que vivem perdidos e
olhai por aqueles que o mundo deixou esquecidos”. Baseando-se ou não nesse
trecho da música do “Rei” Roberto Carlos, no Cemitério “Maria Madalena”,
em Canaã dos Carajás a Reportagem do Blog encontrou neste Dia
de Finados uma figura que bem representa a letra da canção.
Provando que
solidariedade existe e se emprega em qualquer circunstância, aos fundos do
cemitério, rezando seu terço aos pés da cruz estava dona Raimunda da
Conceição. Lá estava ela, concentrada debaixo do sol escaldante e próximo
ao fogaréu formado por velas acesas, intercedendo pelos que ali
foram sepultados e que, independentemente do motivo, não
recebem visitas de parentes e amigos no Dia de Finados.
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