sexta-feira, 2 de novembro de 2018


Em Canaã dos Carajás, idosa vai ao cemitério rezar pelos esquecidos no Dia de Finados.
Raimunda Conceição, 80 anos, afirma que todos precisam de preces, tanto os mortos quanto os vivos, por isso reza até por aqueles que não conhecem.
Com o terço na mão, de joelhos no chão, vos pedimos, aliviai as tristezas e as dores que às vezes sentimos. “Clareai o caminho daqueles que vivem perdidos e olhai por aqueles que o mundo deixou esquecidos”. Baseando-se ou não nesse trecho da música do “Rei” Roberto Carlos, no Cemitério “Maria Madalena”, em Canaã dos Carajás a Reportagem do Blog encontrou neste Dia de  Finados uma figura que bem representa a letra da canção.
Provando que solidariedade existe e se emprega em qualquer circunstância, aos fundos do cemitério, rezando seu terço aos pés da cruz estava dona Raimunda da Conceição. Lá estava ela, concentrada debaixo do sol escaldante e próximo ao fogaréu formado por velas acesas, intercedendo pelos que ali foram sepultados e que, independentemente do motivo, não recebem visitas de parentes e amigos no Dia de Finados.
Em Canaã dos Carajás, idosa vai ao cemitério rezar pelos esquecidos no Dia de Finados.Em Canaã dos Carajás, idosa vai ao cemitério rezar pelos esquecidos no Dia de Finados.

Raimunda Conceição, 80 anos, afirma que todos precisam de preces, tanto os mortos quanto os vivos, por isso reza até por aqueles que não conhecem.
Com o terço na mão, de joelhos no chão, vos pedimos, aliviai as tristezas e as dores que às vezes sentimos. “Clareai o caminho daqueles que vivem perdidos e olhai por aqueles que o mundo deixou esquecidos”. Baseando-se ou não nesse trecho da música do “Rei” Roberto Carlos, no Cemitério “Maria Madalena”, em Canaã dos Carajás a Reportagem do Blog encontrou neste Dia de  Finados uma figura que bem representa a letra da canção.
Provando que solidariedade existe e se emprega em qualquer circunstância, aos fundos do cemitério, rezando seu terço aos pés da cruz estava dona Raimunda da Conceição. Lá estava ela, concentrada debaixo do sol escaldante e próximo ao fogaréu formado por velas acesas, intercedendo pelos que ali foram sepultados e que, independentemente do motivo, não recebem visitas de parentes e amigos no Dia de Finados.

Raimunda Conceição, 80 anos, afirma que todos precisam de preces, tanto os mortos quanto os vivos, por isso reza até por aqueles que não conhecem.
Com o terço na mão, de joelhos no chão, vos pedimos, aliviai as tristezas e as dores que às vezes sentimos. “Clareai o caminho daqueles que vivem perdidos e olhai por aqueles que o mundo deixou esquecidos”. Baseando-se ou não nesse trecho da música do “Rei” Roberto Carlos, no Cemitério “Maria Madalena”, em Canaã dos Carajás a Reportagem do Blog encontrou neste Dia de  Finados uma figura que bem representa a letra da canção.
Provando que solidariedade existe e se emprega em qualquer circunstância, aos fundos do cemitério, rezando seu terço aos pés da cruz estava dona Raimunda da Conceição. Lá estava ela, concentrada debaixo do sol escaldante e próximo ao fogaréu formado por velas acesas, intercedendo pelos que ali foram sepultados e que, independentemente do motivo, não recebem visitas de parentes e amigos no Dia de Finados.

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