Procura por balsas aumenta após queda de ponte no Pará; governo anuncia medidas para atender demanda
Governador Helder Barbalho assinou o decreto de situação de emergência, publicado extraordinariamente no domingo (7), para dar celeridade aos trâmites legais das ações do governo.
Aumenta procura por balsa após quedade ponte no Pará
Com a queda da ponte sobre o rio Moju, no quilômetro 48 da rodovia estadual PA-483, a procura da população pelo transporte hidroviário aumentou. O impacto já é sentido nesta segunda-feira (8). A ponte que desabou faz parte do complexo Alça Viária, estratégica por fazer a ligação entre a região metropolitana de Belém e a região nordeste do estado.
Parte da ponte caiu na madrugada de sábado (6). Uma balsa que transportava irregularmente rejeitos de dendê colidiu contra um dos pilares de sustentação da ponte e causou o desabamento de cerca de 200 metros da estrutura, que possuía 860 metros de comprimento e 23 de altura. Com a batida, quatro pilares caíram.
Na noite de sábado (6), o governador Helder Barbalho assinou o decreto de situação de emergência, publicado extraordinariamente no domingo (7), para dar celeridade aos trâmites legais das ações do governo.
Diante do comprometimento da rodovia por tempo indeterminado e da procura por embarcações nos portos de Belém e da região, o Governo do Estado anunciou medidas para atender a população.
Após desabamento de ponte, área é interditada e motoristas usam desvio
Mais embarcações para travessias
A partir desta segunda-feira (8), o transporte hidroviário terá mais embarcações para os municípios de Cametá e Moju, diretamente impactados pelo acidente. O governo estimula a utilização de barcos para o deslocamento de pessoas, ao invés de veículos.
Empresas que atuam nos municípios de Abaetetuba, Limoeiro do Ajuru, Barcarena, Tucuruí e Baião também foram autorizadas pelo governo do estado a utilizarem novos barcos ou navios para aumentar a possibilidade de transporte nesses municípios.


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