Mandados
de prisão são cumpridos contra acusados de estupro de vulnerável
- Francesco Costa | Portal Pebinha
de Açúcar
- Publicado em: 14/02/2019
Diversos
mandados de prisão estão sendo dado cumprimento pela Polícia Civil de
Parauapebas, através da Delegacia Especializada de Atendimento à Adolescentes e
a Mulher (DEAM) contra acusados de estupro de vulnerável
De acordo
com a delegada Ana Carolina, diretora da DEAM, os acusados evadem de suas
residências, muitos retornando para suas cidades de origem ou indo para a zona
rural, o que dificulta a localização e o cumprimento do mandado. “Muitas
denunciantes não acreditam que a pessoa será presa, mas, na medida que vamos
encontrando os acusados, vamos cumprindo os mandados”, explica a delegada,
pedindo que as pessoas acreditem na polícia e efetivem as denúncias, pois, o
órgão espera a melhor oportunidade para efetuar as prisões.
Outra
importante orientação dada pela delegada é que os pais fiquem atentos ao
comportamento dos filhos, principalmente das meninas, pois, quando são
molestadas costumam ficar mais agressivas, choronas e introspectivas.
A delegada
Ana Carolina retornou ao trabalho na última segunda-feira, 11, após gozar da
licença maternidade e férias. Agora, diz que dará seguimento aos trabalhos e
nos cumprimentos de mandados de prisões e representações ante o surgimento de
novos casos.
Cumprimento
de mandados de prisão – Um dos mandados de prisão cumpridos foi contra Antônio
Nascimento Ferreira, de 44 anos de idade, acusado de estupro de vulnerável,
crime previsto no Artigo 217 A, do Código Penal. Ele nega o caso dizendo que
cuida da educação dos enteados com severidade e foi mal interpretado. De acordo
com o acusado, a esposa o acusou por ciúmes, mas, não tem “culpa no cartório”.
Outro
mandado cumprido, também por acusação de estupro de vulnerável, foi contra o
carpinteiro Alex da Silva. Ele tem 39 anos de idade e, há um ano foi denunciado
pela mãe da menor de apenas 11 anos de idade, com quem vivia em união estável
na Vila Paulo Fonteles.
O acusado
foi encontrado depois de um ano, preso, nega as acusações dizendo que nunca
mexeu com a enteada. “Quando houve a denúncia eu estava trabalhando e de lá
mesmo fui embora. Mas, agora quero esclarecer isso para resolver minha vida e
criar minha filha recém-nascida”, defende-se Alex, contando que a própria
denunciante compareceu para retirar a queixa.
Culpados ou
inocentes, ambos estão à disposição da justiça e caso sejam respectivamente
condenados poderão cumprir pena de reclusão, de 8 (oito) a 15 (quinze) anos.
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