Após
paralisação ocorrida nesta quinta-feira (14), aulas na rede pública municipal
retornam amanhã
Francesco
Costa | Portal Pebinha de Açúcar
PConforme
deliberação feita em Assembleia Geral entre os servidores da educação pública municipal,
a paralisação ocorreu hoje (14) em escolas públicas de Parauapebas.
O ato
pacífico, ocorrido na Prefeitura Municipal não impediu o funcionamento das
secretarias, departamentos nem assessorias; sendo feito apenas ato público com
pronunciamentos, palavras de ordem e cartazes pedindo melhorias para a educação
e resposta para as principais pautas.
ublicadA
manifestação, iniciada por volta das 7h00, teve como resultado uma reunião
entre a comissão do Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Pará
(SINTEPP) e representantes do governo municipal (chefe de gabinete e secretário
adjunto de educação).
De acordo
com o coordenador do SINTEPP, Rosemiro Laredo, os representantes do governo
presentes na reunião não detém o poder de atender as reivindicações apresentadas,
abrindo uma agenda com Segundo a coordenação sindical, a pauta apresentada já é
de conhecimento do governo, indo desde o contexto vivido nas escolas públicas
que é de calamidade extrema; não sendo raros os relatos de invasões e cenas de
vandalismo, inclusive com agressões físicas a alunos e servidores, além dos
ambientes insalubres que também se tornaram um problema de saúde pública, uma
vez que alunos e funcionários, principalmente professores, estão adoecendo nas
escolas.o governo para uma reunião na próxima quarta-feira (20).o em:
14/02/2019Após a reunião, os coordenadores do SINTEPP contaram aos servidores
que se aglomeraram em frente ao prédio da prefeitura, fazendo ali mesmo uma
Assembleia para decidir o retorno ao trabalho já amanhã, sexta-feira (15). Com
a concordância de todos, ficou decidido a volta ao trabalho até que ocorra a
reunião prevista para o dia 20. “Vamos acreditar nesta possiblidade de
conversa. Porém, no dia 21 já teremos uma assembleia para apresentar as
tratativas e o decidido na reunião e assim deliberarmos a respeito do
prosseguimento dos trabalhos ou da possibAtravés de sua Assessoria de
Comunicação, a SEMED enviou nota esclarecendo a respeito do caso. Confira a
nota na íntegra:
“Na manhã de
ontem, 13 de fevereiro, o secretário de Educação, Luiz Vieira, mais uma vez se
reuniu com a coordenação do Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do
Pará (Sintepp) para apresentar algumas propostas e, por meio do diálogo, buscar
evitar a paralisação prevista para hoje, 14 de fevereiro.
No entanto,
depois de ouvir todas as reivindicações, expor os avanços e se comprometer em
viabilizar a abertura de uma mesa de negociação na próxima semana com
representantes do Gabinete, Procuradoria Geral do Município e algumas
secretarias, como a de Fazenda, Planejamento e Administração, obteve a
confirmação de que a paralisação seria mantida.
Vale
destacar que:
1. O Governo
Municipal tem buscado atender as reivindicações da categoria, inclusive já
atendeu e/ou avançou em vários pontos da pauta, como o pagamento da rescisão
dos temporários distratados em 2018, garantia de contrato de pelo menos 100
horas para professores em processo de aposentadoria, convocação dos professores
classificados no último concurso, definição de data para início das reformas
das escolas, revisão do Plano de Cargos, Carreira e Remuneração do Quadro de
Magistério do Município (PCCR), entre outras.
2. O
professor Luiz Vieira assumiu a Secretaria Municipal de Educação (Semed) dia 4
de fevereiro, recebeu a coordenação do Sindicato pela primeira vez na última
quinta-feira, 7, onde tomou conhecimento da pauta de reivindicações e se
comprometeu a analisar cada item citado e voltar a reunir com a coordenação,
como o fez ontem.
3. A gestão
municipal sempre esteve e está aberta às negociações com o Sintepp, tem
apresentado propostas para todas as questões em debate e vai continuar
trabalhando para que a educação de Parauapebas seja de qualidade para todos. E,
espera poder contar com o bom senso dos educadores e da comunidade com o
intuito de garantir que os estudantes não sejam prejudicados”.ilidade de
deflagrarmos greve”, concluiu Rosemiro Laredo.
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