Parauapebas regisO primeiro homicídio foi comunicado a
Polícia Civil, por volta das 8 horas da manhã de quarta-feira (15). O lavrador
José Lima dos Reis, de 48 anos, foi assassinado a tiros, quando deixava a
propriedade dele, localizada a 2 km da Vila Valentim Serra, zona rural de
Parauapebas. Conforme o sargento Elivan, da Patrulha Rural da Polícia Militar,
o caseiro que trabalha no local chegou a ouvir os tiros e algum tempo depois de
serem ouvidos os disparos, uma pessoa chegou na casa informando ao caseiro ter
encontrado a motocicleta da vítima caída. “Encontraram a moto da vítima e
procuraram até encontrar o corpo, ele (José) ainda chegou a coDe acordo com os
primeiros levantamentos da Polícia Civil, o lavrador correu do local onde a
moto foi encontrada para o meio do mato, pulou uma cerca de arame e caiu
aproximadamente cinco metros depois. Ele foi alvejado por cinco disparos de
arma de fogo.
O que se comentava no local é que a vítima havia tido uma
discórdia com outro homem em janeiro deste ano, em um bar da vila, única razão
identificada pelas pessoas que conheciam José que poderia ter motivado o crime.rrer…”,
comentou o policial.tra dois homicídios em menos de 24 horasA Polícia Militar
foi informada do caso às 10h30 e chegou ao local pouco depois das 11 horas,
isolando a cena de crime. A Polícia Civil foi acionada e o Centro de Perícias
Científicas Renato Chaves fez a remoção do corpo para o Instituto Médico Legal
(IML).
O segundo homicídio aconteceu por volta das 15 horas da
tarde. Jhone Francisco de Oliveira foi assinado no quintal da sua casa. O caso
aconteceu na Rua Alberto Santins, Residencial Vale do Sol. No local permaneceu
a lei do silencio, onde ninguém soube informar como ocorreu o esfaqueamento. Também
não se sabe, até o momento, o que motivou o crime de homicídio. Apesar de
nenhum vizinho aceitar gravar entrevista, muitos comentavam sobre a conduta da
vítima. Jhone morava em um cômodo no fundo da casa da mãe e os moradores do
bairro relatam que ela precisou se mudar por conta de reincidentes maus tratos
sofridos por parte dele.
Além disso, Jhone tinha fama de cometer pequenos
furtos pelo bairro. A Polícia Militar atendeu à ocorrência, mas preferiu não
adiantar informações. O caso será investigado pela Polícia Civil. O Instituto
Médico Legal (IML) foi acionado para a remoção
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