Veja com Durante
grande parte da última segunda-feira (11), vários populares de Parauapebas e
região ficaram preocupados com as notícias de um suposto tiroteio entre
bandidos e homens da Polícia Militar que estava sendo registrado na divisa dos
Bairros Da Paz e Paraíso.
Pela manhã,
as informações ainda eram desencontradas, porém, com o passar do tempo, as
polícias Militar e Civil foram se movimentando e agindo para conter mais um ato
criminoso que foi registrado em Parauapebas.
O foi à ação
criminosa O
comandante do 23º Batalhão de Polícia Militar de Parauapebas, Major
Gledson Melo dos Santos, informou que os criminosos haviam roubado um posto
de combustíveis no município de Canaã dos Carajás e depois
fugiram para Parauapebas. “Tomamos conhecimento que eles
estavam se escondendo em dois endereços na cidade, um no Bairro da Paz e outra
no Bairro Cidade Jardim. Resolvemos ir primeiro no Bairro da Paz, quando fomos
recebidos a tiros pelos criminosos, que se embrenharam em meio à área de mata,
alagadiça e de difícil acesso, precisamente na divisa dos Bairros da Paz e
Paraíso. Diante de tudo isso recebeu apoio de uma aeronave da polícia, fizemos
incursões em busca da quadrilha, mas conseguiram fugir após liberar o refém”,
disse o major.
O comandante
ainda relatou que os criminosos são especializados em assaltos a postos de
combustíveis da região, mas também a lotéricos e grandes supermercados.
Atualmente, eles usavam Parauapebas como base principal de
planejamento dos assaltos.
O elemento identificado como Alécio Alves da Silva é
o líder do bando criminoso. Ele foi criado no Bairro da Paz, e de
acordo a polícia, conhece bem aquela área onde ele e os comparsas se
embrenharam em meio ao matagal.
Que ‘parou’ Parauapebas na segunda-feira (11)
No Bairro da Paz, os policiais
chegaram e os bandidos conseguiram fugir levando um refém, e no outro caso,
registrado na Cidade Jardim, os policiais foram na intenção de prender um
elemento, que ameaçou atirar nos policiais e acabou morrendo na intervenção,
como foi noticiado AQUI em nosso site.
Já no caso
registrado no Bairro da Paz, o clima foi mais tenso ainda, sendo que a Polícia
Militar teve um trabalho delicado registrado, inclusive com o apoio de um
helicóptero que faz parte do Grupamento Aéreo de Segurança Pública do Estado do
Pará (GRAESP).
As
autoridades policiais chegaram ao local atrás de bandidos e confirmaram que
dois elementos invadiram uma casa, renderam duas pessoas e acabaram se
deslocando a uma área de mata levando um refém que foi identificado
posteriormente como Cícero dos Santos.
Após toda a
confusão e estar em poder dos meliantes, Cícero dos Santos esteve na Seccional
de Polícia Civil de Parauapebas e em depoimento, relatou como viveu momentos de
terror em poder dos bandidos.
Por volta
das 10h00 Cícero dos Santos estava em sua residência, localizada na Rua Marabá,
no Bairro da Paz, juntamente com um vizinho por prenome de Raimundo, quando
dois indivíduos, ambos portando armas de fogo, invadiram o imóvel apontando as
armas para os dois e tomaram Cícero como refém, tirando-o do imóvel e levando-o
para uma região de mata próxima ao local, sempre apontando a arma de fogo para
Cícero e mandando que ele fosse à frente para ser usado como escudo humano.
Nas
proximidades de uma ponte que fica na divisa dos Bairros da Paz e Paraíso,
policiais ficaram por várias horas encurralando os meliantes que estavam de
posse do refém, por isso, todo cuidado foi redobrado para preservar a vida de
Cícero dos Santos. Em
depoimento, Cícero afirmou que ficou sob ameaça dos indivíduos até o período da
noite, que durante esse período ficaram andando ao ver o helicóptero do GRAESP,
paravam e escondiam-se no matagal. Cícero foi liberado em uma área
aparentemente rural, mas não sabe com precisão onde era. Os indivíduos disseram
para ele que iriam para a direção de Canaã dos Carajás e que ele deveria tomar
o sentido contrário. Cícero relatou ainda que após ser liberado pelos
sequestradores, conseguiu chegar à Avenida Presidente Prudente, onde encontrou
um amigo que o levou para casa.
Agora,
homens das polícias Civil e Militar irão continuar as buscas para tentar
encontrar e prender os elementos que deixaram os populares e as autoridades
policiais em alerta total em Parauapebas e região.
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