domingo, 25 de agosto de 2019



Uma família da cidade de Bagé, no Rio Grande do Sul, aguarda respostas para uma situação nada usual vivida na última terça-feira (20): após ser dada como morta, a idosa Rosaura Vaz, de 80 anos, foi encaminhada para o velório e posterior sepultamento. No entanto, durante o velório, a família começou a suspeitar que Rousara estava viva, e uma aferição de pressão confirmou a constatação. Horas depois, ela morreu.
De acordo com informações do Jornal Minuano, ela foi internada na sexta-feira (16), na Santa Casa de Caridade, por causa de complicações de um diabetes e sofrendo convulsões. Em uma tomografia, foi constatado que ela estaria com um cisto. Durante todo o final de semana, Rousara esteve lúcida e conversando com os familiares. Um dos médicos chegou a afirmar que ela não demoraria a ter alta e ir para casa. No entanto, no início da noite de segunda-feira (19), o médico ligou e afirmou que a idosa teve uma parada respiratória.
Na primeira ligação, os familiares de Rousara foram informados que eles não precisavam comparecer ao hospital. Cerca de cinco minutos depois, um novo telefonema do médico pediu que a família retornasse para o hospital, pois o estado dela havia se agravado.
No momento que a família retornou, por volta da meia-noite, o médico atestou o óbito. Ainda no registro, diante da situação, foi acionada a funerária, sendo o corpo encaminhado para o Cemitério José de Arimateia, para o velório.
Durante o velório, os familiares passaram a estranhar os sinais da vítima, pois o rosto da idosa estava com temperatura corporal normal. Segundo o registro policial, a filha da vítima possuía um aparelho de verificação de pressão e, ao realizar a verificação, constatou-se que estava 12/7 e com 50 batimentos cardíacos.



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