
Uma família da cidade de Bagé, no Rio Grande do Sul, aguarda
respostas para uma situação nada usual vivida na última terça-feira (20): após
ser dada como morta, a idosa Rosaura Vaz, de 80 anos, foi encaminhada para o
velório e posterior sepultamento. No entanto, durante o velório, a família
começou a suspeitar que Rousara estava viva, e uma aferição de pressão confirmou
a constatação. Horas depois, ela morreu.
De acordo com informações do Jornal Minuano, ela foi
internada na sexta-feira (16), na Santa Casa de Caridade, por causa de
complicações de um diabetes e sofrendo convulsões. Em uma tomografia, foi
constatado que ela estaria com um cisto. Durante todo o final de semana,
Rousara esteve lúcida e conversando com os familiares. Um dos médicos chegou a
afirmar que ela não demoraria a ter alta e ir para casa. No entanto, no início
da noite de segunda-feira (19), o médico ligou e afirmou que a idosa teve uma
parada respiratória.
Na primeira ligação, os familiares de Rousara foram
informados que eles não precisavam comparecer ao hospital. Cerca de cinco
minutos depois, um novo telefonema do médico pediu que a família retornasse
para o hospital, pois o estado dela havia se agravado.
No momento que a família retornou, por volta da meia-noite,
o médico atestou o óbito. Ainda no registro, diante da situação, foi acionada a
funerária, sendo o corpo encaminhado para o Cemitério José de Arimateia, para o
velório.
Durante o velório, os familiares passaram a estranhar os
sinais da vítima, pois o rosto da idosa estava com temperatura corporal normal.
Segundo o registro policial, a filha da vítima possuía um aparelho de
verificação de pressão e, ao realizar a verificação, constatou-se que estava
12/7 e com 50 batimentos cardíacos.
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