sexta-feira, 9 de agosto de 2019

Pará, Amazonas e Maranhão discutem criação de rota turística integrada na Amazônia

O objetivo da rota integrada é criar alternativas que aumentem o fluxo de turistas na região amazônica


Representantes do turismo do
 Pará, Amazonas e Maranhão estiveram reunidos para discutir a criação e elaboração de rota turística integrada na Amazônia Brasileira, que vai juntar atrativos e destinos dos três estados. O primeiro encontro sobre o tema ocorreu em Belém, na última terça (6), e teve a participação do secretário de Turismo do Pará (Setur), André Dias, da presidente da Amazonastur, Roselene Medeiros, e do secretário de Turismo do Maranhão, Hugo Veiga, além de diretores do Sebrae dos três estados.

 
Foto:Divulgação/Agência Pará
 


O objetivo da rota é criar alternativas que aumentem o fluxo de turistas na região. “A ideia surgiu da participação que tivemos nas feiras internacionais de turismo. Identificamos que o nosso atual posicionamento de mercado não é competitivo. Então, o Pará some numa feira internacional e, por isso, temos muita dificuldade de atrair turistas. Temos que ir atrás do que temos de forte e uma saída é a Amazônia, é a região”, explicou André Dias. 


Cada estado terá compromissos governamentais para a execução do projeto, dividido em cinco eixos: fortalecimento da governança; impulsionamento dos empreendedores à rota turística por meio do Sebrae; melhorias de conectividade aérea e de infraestrutura turística; posicionamento de mercado; e promoção da rota da Amazônia Brasileira, de modo que o número de turistas cresça anualmente na região. A rota conta com a parceria do Sebrae. 


“Queremos unir o que Pará, Amazonas e Maranhão têm de melhor e criarmos um produto Amazônia, e aí sim, competir pelo interesse do turista quando ele vai viajar para conhecer as nossas florestas, cultura, praias, nossa gente. É em parceria que conquistamos esse turista. A competitividade é nossa com os outros países. Amazônia versus Taiti, Amazônia versus Peru, Amazônia versus África do Sul, e não Pará versus Amazonas e Maranhão”, exemplificou André Dias. 

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