sábado, 2 de fevereiro de 2019



Operação apreende máquinas 'caça-níqueis' no nordeste do Pará. — Foto: Reprodução / Polícia CivilOperação apreende máquinas 'caça-níqueis' no nordeste do Pará. — Foto: Reprodução / Polícia CivilOperação apreende máquinas 'caça-níqueis' no nordeste do Pará. — Foto: Reprodução / Polícia Civil
A operação da Polícia Civil "Game Over" apreendeu três máquinas de jogos de azar, conhecidas como 'caça-níqueis', em Santa Izabel do Pará, região nordeste, segundo informações divulgadas nesta sexta-feira (31). Diversos comércios foram fiscalizados na quinta-feira (30) e os equipamentos apreendidos foram levados para a seccional do município.
Segundo o delegado Márcio Cavalcante, as máquinas possuem componentes eletrônicos cuja importação é proibida por lei e foram encontradas na feira da cidade. "São equipamentos programados de forma fraudulenta para que os jogadores nunca vençam os jogos", afirmou.
O proprietário das máquinas foi conduzido para a delegacia, onde foi autuado pela exploração de jogos de azar. Ele deve responder por Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) e foi liberado para responder ao processo na Justiça.

Fonte: https://g1.globo.com/pa/para/noticia/2019/02/01/operacao-game-over-apreende-maquinas-caca-niqueis-em-santa-izabel-do-para.ghtml


Sefa apreende 52 toneladas de manganês em Marabá, no Pará. — Foto: Reprodução / Agência ParáSefa apreende 52 toneladas de manganês em Marabá, no Pará. — Foto: Reprodução / Agência ParáSefa apreende 52 toneladas de manganês em Marabá, no Pará. — Foto: Reprodução / Agência Pará
Em Marabá, no sudeste do estado, servidores da Secretaria da Fazenda do Pará (Sefa) apreenderam 52 toneladas de manganês. A carga estava sem papéis de conhecimento de transporte.
Segundo informações divulgadas nesta sexta-feira (1º), o Instituto do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) aplicou duas multas, por irregularidades nos documentos ambientais.
A Sefa informou que as ações de combate a crimes ambientais iniciaram no último dia 25 de janeiro na região. Outras três apreensões foram realizadas. O valor total das penas aplicadas foi de R$6.231,10.

Fonte: https://g1.globo.com/pa/para/noticia/2019/02/01/sefa-apreende-52-toneladas-de-manganes-em-maraba-no-sudeste-do-para.ghtml


Museu do Estado do Pará, em Belém, é interditado. — Foto: Divulgação/Agencia ParáMuseu do Estado do Pará, em Belém, é interditado. — Foto: Divulgação/Agencia ParáMuseu do Estado do Pará, em Belém, é interditado. — Foto: Divulgação/Agencia Pará
O Corpo de Bombeiros considerou o prédio do Museu do Estado do Pará (MEP), em Belém, inapto à visitação, segundo nota divulgada nesta sexta-feira (1º) pela Secretaria de Estado de Cultura (Secult). O local foi fechado para visitações. Segundo laudo, o sistema de prevenção e combate a incêndio não funciona.
No último dia 25 de janeiro, o museu foi parcialmente isolado, após a queda de parte de forro no Salão Pompeano. Uma mesa histórica, usada em 1823 para declarar a adesão do Pará à Independência, foi quebrada.
O salão precisou ser isolado para que os reparos sejam realizados — Foto: Reprodução/Agência ParáO salão precisou ser isolado para que os reparos sejam realizados — Foto: Reprodução/Agência ParáO salão precisou ser isolado para que os reparos sejam realizados — Foto: Reprodução/Agência Pará
Segundo a Secult, a espessura do escombro gerado pelo desabamento colocou o prédio em alerta máximo. Após a queda, um laudo foi solicitado pelo Sistema Integrado de Museus (SIM), que também apontou problemas no sistema de refrigeração, infiltrações e goteiras na reserva técnica, onde fica um acervo do museu.
Em nota, a Secult lamentou o quadro estrutural do museu e disse que não vai colocar vidas em risco. "Decidimos suspender a visitação, até que as obras de restauro sejam concluídas", disse.
A secretaria, no entanto, não informou prazos para o término do serviço de restauração, mas disse que o trabalho deve ser feito em caráter emergencial, para que o museu seja liberado "o mais rápido possível".
Em março de 2019, o MEP completa 25 anos de instalação no Palácio Lauro Sodré, em Belém, e, além das obras de restauro, diversas ações de circulação do acervo e de educação patrimonial devem ser realizadas durante o ano, em diversos espaços públicos do Pará.

Exposição é suspensa

Com a interdição do museu, a exposição sobre escritor português José Saramago, "Os Pontos e a Vista", foi suspensa, de acordo com a Secult. A exposição estaria aberta até o dia 17 de fevereiro.
Dentro da programação, estava marcada para os dias 2, 3, 16 e 17, nos horários de 10h e 15h, a performance "O Homem das Palavras", do ator e manipulador de bonecos Jef Cecim. A apresentação mistura interação com o público e leitura de trechos de livros de Saramago, Maria Lúcia Medeiros, Haroldo Maranhão, entre outros escritores.
A reportagem tenta contato com a Secult para saber se a programação será realocada ou cancelada definitivamente.
Exposição sobre o escritor português José Saramago estreou no MEP, em Belém. — Foto: DivulgaçãoExposição sobre o escritor português José Saramago estreou no MEP, em Belém. — Foto: DivulgaçãoExposição sobre o escritor português José Saramago estreou no MEP, em Belém. — Foto: Divulgação


Fonte: https://g1.globo.com/pa/para/noticia/2019/02/01/museu-do-para-e-interditado-apos-laudo-apontar-problemas-em-sistema-de-prevencao-e-combate-a-incendio.ghtml

Avianca propõe venda de parte operacional

Aérea apresentou na sexta-feira plano de recuperação à Justiça e quer mais prazo para pagar aviões



No dia em que venceu o prazo dado pela Justiça para a Avianca fazer uma proposta de pagamento para as arrendadoras de aviões, a companhia aérea apresentou seu plano de recuperação judicial e pediu uma prorrogação de prazo até a segunda quinzena de abril, apurou o Estado. O plano da empresa, que precisa ser aprovado em assembleia de credores, prevê a venda de sua parte operacional.
Em audiência no último dia 14, a Justiça havia dado até ontem para a Avianca entregar a proposta de pagamento e se comprometer a realizar os próximos pagamentos nas datas de vencimento. Caso contrário, o juiz Tiago Henriques Papaterra Limongi, da 1ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais de São Paulo, poderia determinar a reintegração imediata da posse dos aviões. Até o fechamento desta edição, no entanto, o magistrado não havia decidido sobre o assunto.
Na sexta, a Avianca pediu a prorrogação do prazo afirmando que negocia uma injeção de recursos na empresa. Segundo fontes ouvidas pelo Estado, o fundo americano Elliot considera a possibilidade de aportar R$ 250 milhões na aérea.
Mesmo com o aporte, a ideia dos executivos da empresa é vender a parte operacional. Por isso, a companhia briga na Justiça para não perder suas atuais aeronaves. A Avianca aluga todos os aviões que utiliza e poderia repassá-los ao comprador da empresa, tornando o negócio mais atrativo.
O plano de recuperação judicial prevê também que a empresa se desfaça dos "slots" (autorização de pousos em decolagens), bastante disputados no mercado, principalmente os dos aeroportos de Brasília e Congonhas. Com os recursos levantados, a companhia pagaria os credores.
Em recuperação judicial deste dezembro, a Avianca soma quase R$ 500 milhões em dívidas, sem considerar os débitos das arrendadoras de aviões. No último mês, a empresa apresentou propostas para seis de oito arrendadoras - duas não aceitaram nem conversar. Em geral, as ofertas da companhia para os credores não estão incluindo pagamentos. Segundo fontes, o desgaste nos últimos meses para se tentar chegar a um acordo foi grande.
Procurada, a Avianca não quis se pronunciar.
Fonte; https://www.terra.com.br/economia/avianca-propoe-venda-de-parte-operacional,831a11ad299260adb6cfc90ae79fc1b0bllv82ud.html